Nos próximos dia 9, 10 e 11 de abril o Rio será palco de um evento democrático e multicultural. A precinhos bem populares e até de graça vários estabelecimentos da cidade irão abrir as portas aos cariocas. As ruas serão tomadas de apresentações de cinema, teatro, poesia, música e arte.
Na segunda edição, este ano o evento pretende agitar ainda mais as ruas do Rio. A coletiva de imprensa será hoje e depois darei mais informações....
Imperdível
quinta-feira, 25 de março de 2010
Viradão Carioca
quinta-feira, 18 de março de 2010
Utopia e Barbárie
Utopia e Barbárie, de Silvio Tendler é um filme que trafega por alguns dos mais polêmicos episódios dos últimos séculos. Temas como o Holocausto, as bombas de Hiroshima e Nagasaki, a Revolução de Outubro e o ano de 1968 no mundo, inclusive no Brasil, são retratados com imagens e depoimentos surpreendentes, de quem sonhou e lutou pela liberdade.
Intelectuais, filósofos, historiadores, jornalistas, cineastas, escritores, testemunhas, vítimas e outros tecem este rico painel. O minucioso trabalho, resultante de duas décadas de pesquisa, busca balizar os sonhos desta época de utopia e barbárie.
Com narração de Letícia Spiller, Chico Diaz e Amir Haddad. A trilha sonora, especialmente composta para o filme, é assinada por Caíque Botkay, BNegão, Marcelo Yuka e pelo grupo Cabruêra.
MARAVILHOSO!
Michele
sexta-feira, 12 de março de 2010
Toda sexta feira todo mundo é baiano junto!!
A divulgação do filme "Quincas Berro d'Ágia" está me levando a Bahia, de uma forma ou de outra. O filme que é uma adaptação de Sérgio Machado a obra de Jorge Amado traz a atmosfera das ladeiras de Salvador para as telas de cinema.
Este famoso bebum apronta pela cidade mesmo morto e tem sido uma delícia conhecer uma pouco mais sobre esta história, as filmagens, o depoimento dos personagens e a farra que este ilustre boêmio está fazendo...to doida para assistir ao filme...a estreia será dia 14 de maio.
Saibam mais sobre o filme no blog: http://www.quincasberrodagua.com.br
Marcadores: Bahia, bebum, cidade, depoimentos, elenco, farra, filme, Jorge Amado, Salvador, Sergio Machado, sexta-feira
segunda-feira, 8 de março de 2010
Baiba mais no: http://bruxassalem.blogspot.com ....por lá vc entra tb no twitter...
E, parebenizo a todas as mulheres 'bruxas' pelo dia de hoje!!!!
quinta-feira, 4 de março de 2010
Respeitável público, com vocês, “O Palhaço”
Marcadores: alegria, circo, filme, O Palhaço, Paulínia, Paulo José, picadeiro, público, Selton Mello, twitter
segunda-feira, 1 de março de 2010
O samba se despede da elegância de Walter Alfaiate
Marcadores: compositores, cultura, encontro, música, samba, sambistas, Walter Alfaiate
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Carnaval de Rua do Rio...
Como boa carioca, tenho observado uma substancial mudança nesse tão falado Carnaval de Rua aqui na nossa cidade. Foram contabilizados nesse ano um total de 465 blocos regularizados espalhados por diversos bairros com um aumento de 71% em relação ao ano passado (fonte O Globo), e uma concentração maior na Zona Sul. O que mais me pareceu significante, foi observar o comportamento da mídia quando tenta comparar o Carnaval do Rio aos de cidades como Recife e Salvador. Não gosto dessa comparação, pois temos uma tradição tão grande nesse setor e não o vejo de uma forma tão comercial como o de Salvador por exemplo. Temos blocos tão famosos como o Cacique de Ramos, o Bola Preta, o Bafo da Onça, o Boêmios de Irajá, o Carmelitas (foto), salvo os que tem fantasias, é só chegar e brincar... As agremiações cariocas tem um humor, uma originalidade tão peculiar que fica difícil comparar. O nosso Carnaval tem um sabor diferente, eu diria mais democrático, sem cordas, ou abadás supercaros, é bem mais livre e o crescimento foi natural...A cidade ficou mais jovem? ou o carioca é folião mesmo? O que importa é que existe um frescor, uma mistura de saudosismo e modernidade, que, confesso que não sei bem explicar o porquê..., mas vai quem quer e como quer...
Viva a Sebastiana!!!!!!!!!!!!!!!!
Marcadores: bloco de rua, Cacique de Ramos, carioca, Carnaval, cidade, fantasia, folião, humor, Refife, Rio
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Divirta-se sem moderação
Quincas Berro D’Água
Elenco:
PAULO JOSÉ – Quincas
MARIETA SEVERO – Manuela
MARIANA XIMENES – Vanda
FLÁVIO BAURAQUI – Pastinha
LUIS MIRANDA – Pé de Vento
IRANDHIR SANTOS – Cabo Martim
FRANK MENEZES – Curió
VLADIMIR BRICHTA – Leonardo
WALDEREZ DE BARROS – Tia Marisa
MILTON GONÇALVES – Delegado Morais
OTHON BASTOS – Alonso
CARLA RIBAS – Otacília
GERMANO HAIUTI – Tio Eduardo
ERICO BRÁS – Agenor
ANGELO FLÁVIO – Zico
MARIA MENEZES – Lolita
Diretor – SÉRGIO MACHADO
Diretor de fotografia – TOCA SEABRA
Diretor de arte – ADRIAN COOPER
Figurinista – KIKA LOPES
Maquiagem – MARISA AMENTA
Preparadora de elenco – FÁTIMA TOLEDO
Produção VideoFilmes / Co-produção Miravista e GloboFilmes
Produção Executiva Walter Salles / Mauricio Andrade Ramos
Distribuição Buena Vista International
Marcadores: Bahia, baiano, cachaça, cinema, diretor, elenco, farra, filme, Mariana Ximenes, Paulo José, Pelourinho, tempero
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Samba e Carioca: uma combinação mais que perfeita!!!
O samba é uma modalidade de música que desperta o interesse não só dos que cantam e dançam, mas também de pensadores e historiadores. Muitos estudos têm sido elaborados a respeito, já constituindo um acervo bibliográfico respeitável Associado às grandes paixões do brasileiro, assim como o futebol, o samba se tornou um dos principais gêneros musicais que expressam a identidade brasileira. Surgido a partir da mistura de cantos e ritmos dos negros vindos da África e associado com os ritmos já presentes, o samba tem seu destaque na região menos privilegiada da cidade do Rio de Janeiro e para a classe menos favorecida no período.
Surge em um período conturbado da história do Rio de Janeiro, onde ao início da República e com as modificações ocorridas na cidade novas formas de organização social são identificadas. Para uma nova classe de pessoas surgida após a abolição da escravatura, tem-se o samba que por eles foi apropriado como referencial de cultura. O samba foi visto como algo subversivo à ordem vigente. Posto em cheque diversas vezes, sendo os sambistas, em muitos casos, perseguidos.
Portanto, a partir da criação do samba “Pelo Telefone”, que sem mencionar as contradições de autoria, seria uma criação de Donga, configura-se o marco inicial da cultura do samba no Rio de Janeiro. Estabelecendo definitivamente esse gênero musical dentro da ótica de identidade nacional criada pelos cariocas e transmitida ao mundo. A presença de festividades com tradições africanas é sentida na colônia desde os primeiros anos de sua colonização.
A exemplo disso temos as congadas, onde presenciavam em rituais simbólicos a ideia da coroação dos reis do Congo, povo que os primeiros exploradores mantiveram contato em suas expedições pelo Oceano Atlântico. Seguindo a mesma lógica de procissão das festas católicas, as congadas representaram o cerne do que viria ser o samba posteriormente, se tornando primeiramente os maracatus, os ranchos de reis, que viriam a ser os carnavalescos e finalmente as escolas de samba.
A modinha, menos empolgante do que lundu sofria interferências diretas das letras italianas e das lúgubres músicas portuguesas, enquanto o lundu animava os espectadores com seu ritmo vibrante e com apresentações coreografadas. Elementos esses essenciais para a popularização do lundu para além dos espaços de convivência negra.
O lundu passa a ser considerado urbano, justamente, quando ultrapassa os limites raciais, sendo aceito pelos brancos e se tornando uma música “miscigenada”. Esse feito deve-se também, em grande parte, a criação por Domingos Caldas Barbosa, um mulato, diga-se, do lundu-canção, em meados de 1790.
Quando se torna acessível aos europeus, o lundu promove o contato das culturas negra e branca. Esse feito se torna mais importante porque não se rendeu a qualquer supremacia européia e manteve suas características rítmicas originais. Um exemplo dessa aceitação das manifestações artísticas de origem negra é quando o violão passa a ser dedilhado tal qual os instrumentos de corda de origem africana.
A influência musical dos negros vindos da África está presente em nossa cultura desde o tempo da colônia. Permanece até hoje em nosso convívio no som produzido pelos tambores que são tocados nos terreiros de umbanda e candomblé.
Estruturadas dentro de duas matrizes básicas vindas das civilizações conguesas e iorubana, o samba, sendo expressão básica da cultura brasileira é moldado dentro das tradições musicais dessas civilizações, assim como outros ritmos aqui presentes, principalmente dentro da lógica dos ritmos apresentados nas religiões afro.
Fonte: LOPRES, NEI. O Negro no Rio de Janeiro e sua tradição musical: Partido-alto, Calango, Chula e outras cantorias)
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Pedagogia do Amor
De volta ao blog, gostaria de dividir a leitura que realizei esta semana. Após o término de minha pós em docência, tenho me interessado por livros de pedagogia, contudo, o que apresento tem um 'gostinho' especial....O autor foi meu professor nas aulas e é um ser que tem muito a acrescentar a todas as pessoas de todas as áreas...
O autor Nilson Guedes em sua obra alerta para a relevância de se ver o homem em sua natureza de ser humano com capacidade de amar. Uma vez que a escola se insere em uma sociedade estruturada na segregação, onde se percebe um individualismo exacerbado, a exclusão na escola é fruto da arrogância do homem; do uso da razão sobre a emoção. A época atual é da estimulação da competição, onde se visa o ensino para o aumento da empregabilidade; onde o mercado dita as regras. Assim, troca-se educação por treinamento. Ressalta-se que o problema da escola passa a ser um problema de todos e que o educador deve, desta forma, desenvolver um olhar plural. Apresentando pensamentos de autores compromissados com a educação, o autor esclarece ainda algumas tendências pedagógicas no Brasil, que mostra a trajetória da crise educacional. O livro oferece um caminho ao educador pautado na alteridade, em se construir um paradigma holístico e até ecológico. Para o êxito da educação, frisa-se a necessidade de que o homem jamais perca de vista o processo (o devir). Para tanto, ele deve se conhecer melhor para ensinar e aprender com os outros, com a diversidade. Por fim, a verdadeira relação do professor-aluno é o caminho da troca, do amor; onde a educação se faz pelo respeito, diálogo e a compreensão do outro.
Palavras-Chave: Educação; Amor; Escola; Diálogo, Alteridade.
Fonte: FREITAS, Nilson Guedes. Pedagogia do amor: caminho da libertação na relação professor-aluno. Rio de Janeiro: WAK, 2008.
Michele Rangel
Marcadores: amor, blog, competição, educação, emoção, empregabilidade, escola, homen, natureza, pedagogia, problema, razão, regras, relevância, treinamento






